PANTEÃO NACIONAL 
IGREJA DE SANTA ENGRÁCIA

Localização: Campo de Santa Clara | Lisboa

Telefone: 218 854 820

Email: geral@panteao.dgpc.pt

O Panteão Nacional, criado por Decreto de 26 de setembro de 1836, encontra-se instalado em Lisboa, na Igreja de Santa Engrácia, desde 1 de Dezembro de 1966 Antes da conclusão das obras da Igreja de Santa Engrácia, de 1836 a 1966 o Panteão Nacional ficou instalado no Mosteiro dos Jerónimos. Foi criado com o objetivo de dignificar e honrar figuras ilustres de Portugal, para memória coletiva dos portugueses.

Fundado na segunda metade do século XVI (1568, altura em que a Infanta D. Maria, filha do Rei D. Manuel I manda erigir uma igreja para receber o relicário da virgem mártir Santa Engrácia de Saragoça), o edifício foi totalmente reconstruído em finais de Seiscentos (1682) pelo arquiteto João Antunes, tendo a sua construção terminada somente já na segunda metade do século XX (1966).

Ainda que nunca chegasse a abrir ao culto, conserva, sob a cúpula moderna, o espaço majestoso da nave, animada pela decoração de mármores coloridos, característica da arquitectura barroca portuguesa. 

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Está classificado como Monumento Nacional desde 1910. Em 1916 é-lhe atribuída a função de Panteão Nacional. Em 1966 foi finalmente inaugurado e transladados solenemente os primeiros restos mortais. 

Neste espaço encontram-se os túmulos do escritor Almeida Garret e Guerra Junqueira, os presidentes da República Teófilo Braga e Manuel de Arriaga, o general Humberto Delgado, a fadista Amália Rodrigues e o futebolista Eusébio, entre muitos outros cidadãos descansam neste Panteão. 

Com honras de Panteão sob a forma de Cenotáfio (monumento sepulcral erigido em memória de um morto sepultado noutra parte) encontram-se D. Nuno Álvares Pereira (São Nuno de Santa Maria), Infante D. Henrique, D. Afonso de Albuquerque, Pedro Alvares Cabral, Vasco da Gama e Luís Vaz de Camões)

O Cônsul Aristides de Sousa Mendes terá também honras de Panteão Nacional (Túmulo sem corpo) a partir de 5 de Outubro de 2021.

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Para além da Igreja de Santa Engrácia, existem outros locais com reconhecimento da dignidade de Panteão Nacional:

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Igreja de Santa Cruz - Coimbra

Mosteiro de Santa Cruz, viu o seu estatuto de Panteão ser aprovado em 2003, destina-se à prestação de honras ao primeiro Rei de Portugal e seus sucessores aí sepultados – Panteão Régio;

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Mosteiro dos Jerónimos - Lisboa

Mosteiro dos Jerónimos, oficialmente reconhecido em 2016 como Panteão Nacional – Panteão Régio e Panteão de Personalidades;

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Mosteiro da Batalha - Batalha

Mosteiro de Santa Maria da Vitória da Batalha é também, desde 2016, Panteão Nacional – Panteão Régio.